Os GENE LOVES JEZEBEL regressam a Portugal para mais um fabuloso concerto dia 27 de Setembro em Penela - Coimbra

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Os GENE LOVES JEZEBEL regressam a Portugal para mais um fabuloso concerto dia 27 de Setembro em Penela - Coimbra

Mensagem por JornalExtra-Online em Qui 4 Set 2008 - 19:24

GENE LOVES JEZEBEL




27 de Setembro - 22:00 H

FESTAS DE S. MIGUEL / FEIRA DAS NOZES 2008

PENELA (Distrito de Coimbra)


Os GENE LOVES JEZEBEL regressam a Portugal para mais um fabuloso concerto.

Biografia

Trata-se provavelmente de uma das bandas alternativas inglesas de maior sucesso, com um estilo musical e postura dramática que influenciaram uma geração, ao conjugar a sensibilidade do pop rock americano com a sensibilidade do inglês gótico.
A formação dos GENE LOVES JEZEBEL remonta a 1981, ano em que os gémeos Jay e Michael Aston chegaram a Londres, tornando-se objecto de culto entre a comunidade britânica de Rock Gótico, mas alcançando maior sucesso nos E.U.A..
Pioneira na alternativa da cena musical dos anos 80, a Banda projecta-se nos anos 90, retendo a centelha criativa e a musicalidade que se tornou na sua imagem de marca.

Naturais de Porthcawl, cidade no sul do País de Gales, os irmãos Aston, juntamente com o guitarrista seu contemporâneo Ian Hudson, formaram uma banda a que inicialmente chamaram "Slav Arian", mas após algum tempo adoptaram em definitivo a designação GENE LOVES JEZEBEL e partiram para Londres.

Numa primeira fase, o trio inicial foi integrando uma sucessão de músicos entre os quais se destacam a baixista Jullianne Regan (mais tarde membro dos "All About Eve"), o guitarrista Albio de Luca (depois "Furyo"), os bateristas Dick Hawkins e John Murphy, entre outros.
No final de 1981, os GENE LOVES JEZEBEL estrearam-se ao vivo, como banda de suporte e meses mais tarde editaram um conjunto de "demos": "Shavin' my neck".

O som denso e experimental produzido, tinha correspondência nas actuações onde primavam por uma combinação de ritmos quase tribais com um trabalho de guitarra muito potente.
O álbum de estreia foi o poderosíssimo "Promise", de 1983, a que se seguiu uma deslocação aos E.U.A. para, expressamente, trabalharem com John Cale.

De volta a Inglaterra produziram dois singles: "Influenza (Relapsed)" e "Shame (Whole Heart Howl)”.
Em 1985 alcançaram as tabelas "indie" britânicas com "The Cow", cuja continuidade foi o álbum "Immigrant", produzido em Junho. Em Novembro desse mesmo ano, editaram "Desire", partindo logo de seguida para uma grande "tournée" nos E.U.A..
Esse foi um período traumático, durante o qual o guitarrista Ian Hudson abandonou a Banda, sendo substituído por James Stevenson, ex- Generation X.

Contudo, o crescimento dos GENE LOVES JEZEBEL, justificou a ampla promoção da Beggars Banquet, e em Março de 1988, o single "Sweetest Thing" alcançou o top 75.
Em Julho desse ano, o sucesso do terceiro álbum "Discover" colocou-os no centro das atenções internacionalmente. O "namoro" com as tabelas continuou, mercê de um som mais refinado, patente na faixa "Heartache", cujo vídeo-clip se transformou na menina dos olhos da MTV. O single que se seguiu, "Desire", subiu até ao 7º lugar no Billboard da música de dança e granjeou-lhes três prémios de vídeo norte-americano.

Até então, a Banda tinha feito bastantes digressões nos Estados Unidos, onde concentrou os seus esforços.
Passaria um ano antes que a edição de "The Motion of Love" revelasse uma nova componente nos GENE LOVES JEZEBEL. Esse aspecto seria inteiramente explorado no álbum "House of Dolls", produzido por Peter Walsh e Jimmy Lovine, afirmando uma orientação dirigida à música dançável. Seguiu-se-lhe o single "Gorgeous", mas em meados de 1985 a banda encontrou-se perante o afastamento de Michael Aston, que prosseguiu num projecto musical próprio, formando a Banda "Edith Grove".
Os GENE LOVES JEZEBEL reorganizaram-se com Jay Aston na liderança, e editaram "Kiss of Life" em 1990, com "Jealous" por tema destacável.

Após o lançamento de "Kiss of Life", a banda atravessou um período de luta e ansiedade, tentando recompor-se após ter voltado à estaca zero. Enquanto renegociava novo acordo discográfico, concentrou-se nas apresentações ao vivo por toda a Europa (incluindo Portugal, no Coliseu dos Recreios) e Estados Unidos. Em 1991, assinou com a editora independente Savage e começou a trabalhar num novo LP. Foi a experiência de ultrapassar os escolhos que cimentou a unidade da Banda.
Durante esta época de reorganização os GENE LOVES JEZEBEL compuseram as músicas de "Heavenly Bodies". O material reflecte-se positivamente e lança uma mensagem elevada, segundo a qual, independentemente das lutas que se enfrentam, há sempre uma luz ao fundo do túnel.

A banda entrou em estúdio com Peter Walsh dos "Simple Minds" a dirigir, e gravou em Munique e Londres. Procurou reter a energia vital dos espectáculos, que se tornou no seu cartão de visita.
A sua abordagem musical segue a tradição das grandes bandas britânicas: "Tocar ao vivo é a nossa razão de viver. Quando estamos em palco estamos em casa. Abordamos os nossos concertos teatralmente; trata-se de mostrar um acontecimento com o qual o público se relaciona".

Lançado em Janeiro de 1993, "Heavenly Bodies" foi precedido pela edição, em Outubro de 92, de um EP com cinco músicas. "Josephine", a melancólica faixa que lhe dá o título, é uma música composta por Aston sobre o amor não correspondido.
Nas palavras de Jay Aston, "Heavenly Bodies" é "muito nu, mas verdadeiro". E tem, efectivamente, um estilo e um som que liberta uma segurança criativa que apenas pode resultar de anos de experiência. Demonstra o crescimento da Banda enquanto entidade musical. As músicas deste registo tecem uma trama inspirada pelo físico, pelo sedutor, pelo místico. Cada faixa tem personalidade e vibração própria, contudo, no seu conjunto elas constituem um corpo coeso de trabalho. "Heavenly Bodies" é o nosso testamento. Há um beijo para a vida, a terra é realmente um Corpo Celeste (Heavenly Body)", diz Aston.
Apesar da falência da sua editora, os últimos tempos resultaram extremamente positivos: para além da edição de "Heavenly Bodies", com enorme sucesso, há a registar a participação na banda sonora do filme "Interview with a Vampire", e a preparação de uma compilação "Best Of".Esta foi editada no ano corrente pela Pink Gun Records, com o formato de duplo CD, sob o nome de "In the Afterglow (Live)" e já distribuída entre nós.

Em Fevereiro de 98 Jay Aston lançou o primeiro álbum a solo - "Unpopular Songs" - editado pela Pink Gun Records e distribuído em Portugal através da Música Alternativa.

Em 1999 os GENE LOVES JEZEBEL editaram um novo álbum de originais, à venda no nosso país, intitulado “VII” que inclui temas arrebatadores como “Welcome To L.A.”, “Who Wants To Go To Heaven”, “Uptown” e “Loves Keeps Dragging Me Down”.
Foram também distribuídos entre nós os títulos “Live In The Voodoo City” e “Heavenly Bodies”, em re-edição norte-americana.
Finalmente, foi editado, ainda em 99 e em Portugal, uma colectânea “Best of” através da Vidisco.
Entretanto levaram a efeito uma extensa tournée pelos Estados Unidos e México, partilhando cartaz com os Mission.
De 2000 até à actualidade a Banda tem actuado, de novo, nas mais variadas regiões do globo, com vários espectáculos no nosso país.

DISCOGRAFIA:

 1983 - “Promise”
 1984 - “Immigrant”
 1986 - “Discover”
 1987 - “The House of Dolls”
 1990 - “Kiss of Life”
 1992 - “Heavenly Bodies”
 1996 - “In the Afterglow” (CD duplo ao vivo)
 1998 - “Unpopular Songs” (Jay Aston a solo)
 1999 - “VII”
 1999 - “Live in the Voodoo City”
 1999 - “Heavenly Bodies “ (Re-edição americana)
 1999 - “Best of Gene Loves Jezebel”
 2002 – “Accept no Substitute “ (Greatest Hits Live)
 2003 – “The Thornfield Sessions”

Inter-Música Internacional

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