Colecção Religião

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Colecção Religião

Mensagem por Jornal Extra em Sex 4 Abr 2008 - 13:52



Preço capa 19 € - Paginas 456
Autor: Joseph Ratzinger (o Papa)


Eis aqui um livro para meditar já que muitos preferem orientar-se pela opinião dos “homens” para encontrar Cristo deixando para trás o livro Sagrado, a Bíblia onde as profecias do passado, presente e futuro são revelados com impressionante precisão pelo Deus verdadeiro e vivo.

Para os seguidores de Cristo que o aceitam em espírito, e em verdade, tais pareceres de Joseph Ratzinger, nesta sua primeira obra como Papa Bento XVI, que contraria os princípios Bíblicos, não são de inspiração Divina. Deus não iria permitir que se pusesse em dúvida o Ministério de Cristo, como questiona o Papa Bento XVI. A obra foi apresentada em Lisboa pelo Cardeal Patriarca D. José Policarpo que, na sua alusão, pactua com a “dúvida” do autor.

A Igreja católica tem ignorado relevantes princípios dos mandamentos cristãos mesmo o principal de todos eles: “que ameis o próximo como a vós mesmos”.


Pedro não questionou


A verdade Bíblica, segundo os Evangelhos, não é sentida nem aceite pelo Papa, segundo esta obra, no padrão que Deus estabelece para o povo escolhido, revelado pelos Apóstolos de Jesus, aceites pela Igreja como santos. O apostolado é agora posto em dúvida pelo Papa “dito seguidor” de Pedro que não questionou ser Cristo quem é.

Diz o Papa: «quis fazer a tentativa de apresentar o Jesus dos evangelhos como o Jesus real, histórico em sentido verdadeiro e próprio. Estou convencido que esta figura é muito mais lógica, histórica, e compreensível do que as reconstruções com que deparámos nas últimas décadas. Penso que este Jesus dos Evangelhos seja uma figura historicamente sensata e convincente. Somente se aconteceu algo de extraordinário, se as palavras de Jesus superam radicalmente todas as esperanças e espectativas de então é que se explica a sua crucificação e a sua eficácia”.


Se o Papa “pensa”, não crê.


E se não crê onde está a Fé em Cristo ? É posta em causa a missão de Jesus, crucificação e a salvação da humanidade seguidora dos princípios cristãos, pelo seu sangue resgatador.

Diz-se ser este livro um sucesso mundial com dois milhões de exemplares vendidos, sendo 800 mil na Itália, 300 mil em França e 150 mil em França.

O Papa é responsável pelos milhões de dúvidas que, através dos leitores, levanta sobre vida e missão de Jesus Cristo, nesta obra que considerou ser a resposta oficial da Igreja católica à polémica gerada com o Código da Vinci.

Joseph Ratzinger nasceu na Alemanha, em 1927 e foi eleito Bento XVI em 2006, “chefe” máximo de Igreja Católica no mundo dito “sucessor” de S.Pedro apóstolo de Jesus que igreja e história referem como primeiro Papa e santo. Mas Pedro não contestou Jesus. Não desvalorizou o sentido Divino da sua vinda à terra. Pedro contrariou o culto das imagens enquanto que o Papa as promove.

O Papa Bento XVI enquanto autor questiona o Divino e promove a dúvida nos leitores do livro. Cita o autor: “Cerca de vinte anos após a morte de Jesus, já encontramos, no grande hino a Cristo da carta aos Filipenses (2, 6-11), uma cristologia plenamente desenvolvida, na qual se proclama que Jesus era igual a Deus, mas despojou-Se a Si mesmo, fez-Se homem, humilhou-Se até à morte na cruz, e agora é-Lhe devida a homenagem da criação inteira, a adoração que, no profeta Isaías (capítulo 45, versículo 23), Deus proclamara como devida apenas a Si mesmo”.


De Isaías o Papa não referiu


Ao citar Isaías 45 o Papa desvaloriza Jesus Cristo e o poder que, segundo a Bíblia, Deus lhe concedeu. Ao citar Isaias o Papa não refere que no mesmo capitulo 45, versículos 16 e 20 se profetiza: envergonhar-se-ão e também se confundirão todos: cairão juntamente na afronta os que fabricam imagens”.

E no 20: “congregai-vos e vinde os que escapastes das nações: nada sabem os que conduzem em procissão as suas imagens de escultura, feitas de madeira, e rogam a um deus que não pode salvar”.

Isto, o Papa não referiu; mas ele sabe que continua a ser pecado, como afronta ao Deus verdadeiro e vivo, praticar culto de imagens. E o Papa sem reformar na Igreja Católica este princípio está em transgressão permanente perante Deus arrastando nisso todos os católicos.

Continua o autor :

“Com razão a pesquisa crítica se põe a pergunta: O que é que aconteceu nesses vinte anos que se seguiram à crucificação de Jesus? Como se chegou a esta cristologia? A acção de formações comunitárias anónimas, cujos mentores se procura descobrir, na realidade não explica nada. Como é possível que grupos desconhecidos pudessem ser tão criativos, convencer e deste modo impor-se? Não é mais lógico, mesmo do ponto de vista histórico, que a grandeza do fenómeno se encontre no princípio e que a figura de Jesus, na prática, tenha feito saltar todas as categorias disponíveis e deste modo tenha sido possível compreendê-la apenas a partir do mistério de Deus?»– BENTO XVI



Edição n.º 24 (1ª Quinzena de Janeiro de 2008) do Jornal Extra

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