Em Portugal a "Saúde" está doente

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Em Portugal a "Saúde" está doente

Mensagem por Jornal Extra em Dom 13 Abr 2008 - 15:03

À porta da Assembleia da República (AR) tomou voz o desespero dos manifestantes exigindo a ministra ao Parlamento. A Saúde em Portugal está em estado "terminal" e o coma "induzido" foi por inoperância do Governo. O coordenador do PSD para a área da AR, Carlos Miranda, defendeu em Viseu que o Estado deve permitir o direito de opção aos doentes das consultas externas tal como faz com as cirúrgias. Carlos Miranda defende a emissão de um vale de consulta a reduzir o tempo de espera do utente, não raras vezes mais de um ano para a consulta da especialidade, e poder recorrer ao privado.

"Os hospitais em Portugal tem de ter uma resposta diferente a permitir direito de opção depois de ultrapassado o tempo aceitável de espera. Se não pode ser operado no hospital terá de sê-lo no privado. É preciso que esta opção ocorra, também, ao nível das consultas". Eassim falou Carlos Miranda durante uma visita ao hospital de São Teotónio de Viseu associando-se às comemorações do "Dia Internacional do Doente".

Ainda na área da Saúde a maioria da oposição quer a ministra da Saúde no Parlamento. Querem que Ana Jorge dê explicações sobre a demissão do presidente do INEM. Do CDS/PP, Teresa Caeiro quer a ministra no Parlamento ainda em Fevereiro: "a situação do INEM não se prende com o seu dirigente. Quero crer que o presidente do INEM pretenderia ver acréscimo de competências e da sua rede de veículos. Estar ele, ou não, ligado a esta falha de política que teve origem no Governo só a ministra da Saúde pode dizer ao Parlamento" .

A deputada interroga-se sobre o significado político da demissão do ministro Correia de Campos e desta nova nomeação: "se é o engen heiro José Sócrates assumir que esteve errado durante três anos ou se é para prosseguir as políticas daquele ministro não se entende porque razão foi exonerado". Para Bernardino Soares, deputado do PCP " a alteração dessa responsabilidade no ambito do INEM não pode fazer esconder as principais responsabilidades que são politicas. O Governo encerra serviços e não põe ao dispor do INEM nem dos Bombeiros os meios suficientes. Esta situação de carência e desprotecção das populações que tem de ser corrigida. E a solução não passa só pelas alterações no INEM.

O pedido deu já entrada na AR.


Edição n.º 25 (2ª Quinzena de Fevereiro de 2008) do Jornal Extra

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